quinta-feira, 31 de maio de 2018

Entrevista com Tomasz Tchórz, treinador UEFA A e UEFA A Elite Youth



Hoje vamos falar com uma pessoa proveniente da nossa região mas que está a trabalhar em Portugal. É um treinador UEFA A e UEFA A Elite Youth – Tomasz Tchórz.
Bom dia! Sim, isso é verdade. Apesar do facto de eu vir de uma cidade pequena que está longe do mundo do futebol, eu sou representante dela e estou a pavimentar o caminho para todos os jovens desta região que amam o futebol e querem amarrar o futuro com isso.

Uma de nós, a Dagmara, lembra-se de ti como um rapaz que estava sempre a correr atrás da bola. Porque decidiste ir para Portugal e participar em campos de férias na Academia do Benfica?
Sim. Passei toda a minha infância e adolescência com a bola no pé. Eu realmente gostava de jogar futebol e era bom nisso. Adorava fazer isso porque sou uma pessoa que se sente muito bem a resolver problemas. Eu não gosto de tê-los, mas quando os tenho, sou corajoso a encontrar soluções. Ao jogar futebol, tu ainda precisas pensar no que está a acontecer ao teu redor. Como usar o espaço na minha frente e como agir para enganar o adversário. A minha maior vantagem eram as habilidades técnicas, então resolvia problemas de campo de uma maneira interessante.
Infelizmente, eu não tinha capacidades suficientes para jogar futebol a nível profissional. No entanto, ao analisar agora o meu jogo, penso que a sociedade em que vivi não estava preparada para a maneira como penso no futebol. As pessoas são enganadas pensando que o sucesso é apenas no momento de ganhar. De facto, o sucesso é uma mudança na perceção do mundo por outras pessoas, a fim de melhorá-lo e torná-lo melhor para as outras pessoas, especialmente jovens.
Eu sempre quis fazer grandes coisas e conquistar o mundo. Eu amava a bola, mas eu queria jogar também para viajar. No momento em que entendi que não seria jogador de futebol, decidi procurar oportunidades de comungar com pessoas de todo o mundo de uma maneira diferente. Comecei a cuidar de uma estudante Erasmus que veio da Turquia. Ela convenceu-me a candidatar-me a estudos em Istambul, porque é uma cidade multicultural e grande bastante. Infelizmente, por razões legais, não foi possível, então decidi que escolheria a cidade o mais longe possível de Varsóvia. Foi assim que fui a Lisboa pela primeira vez. Fiz muitos contactos, o que mais tarde me permitiu voltar e aprender a profissão de treinador no Sport Lisboa e Benfica.

Entraste em contacto com várias pessoas importantes do mundo do futebol. Como conseguiste a colaboração, por exemplo, com o Vítor Frade?
Sabes, os meus amigos são realmente ótimos e grandes pessoas do mundo do futebol. Quando publico fotos de tempos em tempos, muitas vezes vejo a admiração dos outros que pensam quem me ajudou a conhecê-las. A maioria das pessoas parece admirar-me porque conheço muita gente. No entanto, para que possam conhecê-la, precisam apenas de um pouco de coragem. Na verdade, eu conheci todos da mesma maneira! Sem ajuda de ninguém. Às vezes eu fui a lugares onde eles vão, tentando conversar. Às vezes, entrando nos seus grandes escritórios. Se tu queres conseguir qualquer coisa, tens que começar os esforços do mais alto nível. Ou seja, se o teu objetivo é estar no nível do diretor, deves associar-te com as pessoas que estão acima dele e não ao nível dele. Se não, não terás poder de perfuração suficiente. Deves conhecer alguém que esteja acima dele na hierarquia!

Sabemos que há dois anos foi publicado o teu primeiro livro, "Dorastanie w grze" ("Crescimento no jogo"). Vendo os teu vlog ouvimos que falas português com facilidade. Como recordas o começo da tua aventura com o idioma? Estudaste antes de partires para Portugal ou aprendeste lá?
Como podes ver, o meu nível do português não é tão perfeito como parece. Isto é o efeito da maneira como eu aprendo um idioma. Eu não acredito em gramática e depois escrita. Assim como não acredito em aprender a ler, e só depois falar. Eu gosto de complexidade! Portanto, como podes ver, não conheço a gramática, mas não tenho nenhum problema com a fluência na fala e compreensão. Da mesma forma, posso falar contigo em português sobre o trabalho cerebral, o córtex parietal ou marcadores somáticos, mas tenho problemas com palavras básicas, como um guarda-roupa ou um fantasma. Finalmente, respondendo à pergunta. A aprendizagem da língua portuguesa começou para mim depois de aterrar no aeroporto de Lisboa. Eu não sabia nenhuma palavra, e numa loja eu vi a palavra: obrigado. Todos os dias, mais tarde, tentava ouvir e falar até finalmente formar as frases inteiras, repetindo-as para as pessoas na rua.

Há alguma coisa, não relacionada com o futebol, que te atraia em Portugal?
Em Portugal, adoro a maneira como as pessoas vivem. Eu valorizo nelas o amor pela família e respeito pelas outras pessoas. Claro, prestando atenção à paisagem do país, podemos indicar muitos lugares maravilhosos. Mas quando volto a Portugal ainda tenho muitas memórias relacionadas com a alegria de comunicar com os meus amigos, tristeza por causa de separações, felicidade por conhecer novas pessoas durante o Erasmus ou deceção por estar sozinho.

Bem, voltando ao futebol, onde é que trabalhas agora? O que pensas fazer no futuro próximo?
Estou a trabalhar com uma equipa da academia de futebol do Wisła Kraków. Estou feliz aqui porque posso praticar todas as minhas experiências de Portugal e implementá-las na comunidade polaca do futebol. O meu objetivo no futuro é trabalhar com jogadores adultos na liga profissional. No entanto, o mais importante para mim é ser feliz no lugar e no trabalho que tenho.

Para finalizar, o que podes aconselhar aos jovens apaixonados pelo futebol e às pessoas que começam a aprender português?
Primeiro, deves ter alguma coisa para guiar a tua vida. Este guia, na minha opinião, deve ser uma paixão por algo. Se não encontraste a tua paixão –continua procurando! Quando encontrares, tenta aprender com as melhores pessoas e pensa nas melhores coisas. Pensa como podes mudar o mundo para melhor graças a esse interesse. Organiza o plano e age!

Muito agradecidas pela entrevista. Esperamos que os leitores gostem e te sigam nas redes sociais.
Obrigado eu!

Dagmara Orkiszewska e Marta Chodkowska
3º ano de Filologia Ibérica





Wywiad z trenerem UEFA A i UEFA A Elite Youth

Dzisiaj będziemy rozmawiać z osobą, która pochodzi z naszego regionu, ale obecnie pracuje w Portugalii. To trener UEFA A i UEFA A Elite Youth – Tomasz Tchórz.
Dzień dobry! Tak, to prawda. Pomimo że pochodzę z małej wioski, która ma niezbyt wiele wspólnego ze światem piłki nożnej, reprezentuję to miejsce i wytyczam drogę dla wszystkich młodych osób z tego regionu, które kochają piłkę nożną i chcą wiązać z nią swoją przyszłość.

Jedna z nas, Dagmara, pamięta Cię jako chłopca, który zawsze biegał za piłką. Dlaczego zdecydowałeś się pojechać do Portugalii i uczestniczyć tam w letnich obozach Academia do Benfica?
Tak. Spędziłem całe dzieciństwo i młodość z piłką u boku. Naprawdę lubiłem grać i byłem w tym dobry. Kochałem to, ponieważ jestem osobą, która dobrze się czuje rozwiązując problemy. Nie lubię ich mieć, ale kiedy się pojawiają, mam odwagę, by szukać rozwiązań. Kiedy grasz w piłkę nożną, musisz myśleć o tym, co dzieje się wokół. W jaki sposób wykorzystać przestrzeń przed sobą i co zrobić, żeby wykiwać przeciwnika. Moją najmocniejszą stroną były umiejętności techniczne, więc rozwiązywałem problemy na boisku w innowacyjny sposób.
Niestety, nie miałem wystarczających zdolności, żeby grać w piłkę nożną na poziomie zawodowym. Jednak, analizując teraz moją grę, dochodzę do wniosku, że społeczność, wśród której mieszkałem, nie była gotowa, żeby przyjąć mój sposób myślenia o piłce nożnej. Ludzie się mylą uważając, że sukces to tylko moment wygrywania. Tak naprawdę sukcesem jest zmiana postrzegania świata przez inne osoby w celu jego poprawy dla innych, szczególnie dla młodych.
Zawsze chciałem dokonać wielkich rzeczy i podbić świat. Kochałem piłkę, ale chciałem grać również po to, aby podróżować. Kiedy zrozumiałem, że nie będę profesjonalnym zawodnikiem piłki nożnej, postanowiłem poszukać możliwości poznania się z osobami z całego świata w inny sposób. Zacząłem od opieki nad studentką, która w ramach programu Erasmus przyjechała do Polski z Turcji. Przekonała mnie do kandydowania na studia w Stambule, ponieważ to wielokulturowe i dosyć duże miasto. Niestety, ze względów prawnych wyjazd nie doszedł do skutku, ale zdecydowałem, że wybiorę miasto, które znajduje się jak najdalej od Warszawy. Wtedy po raz pierwszy pojechałem do Lizbony. Nawiązałem sporo kontaktów, które potem pozwoliły mi tam wrócić i zdobyć zawód trenera w klubie Sport Lisboa e Benfica.

Miałeś kontakt z wieloma ważnymi osobami ze świata piłki nożnej. Jak udało Ci się nawiązać współpracę z, na przykład, Vítorem Frade?
Wiesz, moi przyjaciele to naprawdę wspaniałe osoby ze świata piłki nożnej. Kiedy od czasu do czasu publikuję zdjęcia, często widzę podziw innych, którzy zastanawiają się, kto pomógł mi je poznać. Większość ludzi wydaje się mnie uwielbiać, ponieważ znam wiele osób. Jednakże, aby je poznać wystarczy mieć tylko trochę odwagi. Tak właściwie to poznałem wszystkich w ten sam sposób. Bez niczyjej pomocy. Czasami chodziłem do miejsc, do których oni chodzą, próbując z nimi porozmawiać. Czasami wchodziłem do wielkich urzędów prosto z ulicy. Jeśli chcesz osiągnąć jakąkolwiek rzecz, musisz zacząć wysiłki od najwyższego poziomu. Innymi słowy, jeżeli Twoim celem jest bycie na poziomie dyrektora, powinieneś otaczać się ludźmi, którzy są nad jego pozycją. Jeśli tego nie zrobisz, nie będziesz mieć nigdy wystarczającej siły przebicia.

Wiemy, że dwa lata temu ukazała się druga z Twoich książek, „Dorastanie w grze”. Oglądając Twoje vlogi, słyszymy, że mówisz płynnie po portugalsku. Jak wspominasz początek swojej przygody z tym językiem? Uczyłeś się przed wyjazdem do Portugalii czy nauczyłeś się na miejscu?
Jak widać, mój poziom portugalskiego nie jest taki perfekcyjny jakim może się wydawać. Nie wierzę w naukę gramatyki, a dopiero później pisania. Tak samo jak w naukę czytania, a później mówienia. Lubię patrzeć na wszystko kompleksowo. Tym samym, jak widać, nie znam gramatyki, ale nie mam problemów, aby mówić płynnie i wszystko rozumieć. Tym samym, mogę rozmawiać z Tobą o pracy mózgu, korze ciemniowej czy markerach somatycznych, ale mam problem ze słownictwem podstawowym jak szafa czy duch. Odpowiadając na pytanie. Nauka portugalskiego zaczęła się dla mnie w momencie, kiedy wylądowałem na lotnisku w Lizbonie. Nie znałem żadnego portugalskiego słowa i pierwszym, które zobaczyłem, było: „dziękuję”. Każdego dnia próbowałem słuchać i mówić, aż w końcu tworzyć pełne zdania, powtarzając je z osobami w każdym możliwym miejscu.

Jest jakaś rzecz niezwiązana z piłką nożną, która Cię zachwyciła w Portugalii?
Uwielbiam sposób, w jaki żyją Portugalczycy. Doceniam w nich miłość do rodziny i szacunek do drugiego człowieka. Jasne, patrząc na krajobraz tego kraju możemy wskazać wiele niesamowitych miejsc. Natomiast kiedy wracam do Portugalii, nadal mam wiele wspomnień związanych z radością spowodowaną rozmowami z moimi przyjaciółmi, ze smutkiem z powodu rozłąki, szczęściem z poznawania nowych osób podczas programu Erasmus czy rozczarowaniem samotnością.

Dobrze, wracając do piłki nożnej, gdzie teraz pracujesz? Jakie są Twoje plany na przyszłość?
Pracuję z drużyną Akademii Piłkarskiej Wisła Kraków. Jestem tutaj szczęśliwy, ponieważ mogę wykorzystać wszystkie doświadczenia zdobyte w Portugalii i zastosować je w piłkarskiej społeczności w Polsce. W przyszłości moim celem jest praca z dorosłymi zawodnikami w lidze profesjonalnej. Jednak najważniejsze dla mnie jest bycie szczęśliwym w miejscu i  pracy, którą wykonuję.
                                               
Na zakończenie, co możesz doradzić osobom zakochanym w piłce nożnej oraz tym, którzy właśnie zaczynają swoją przygodę z nauką portugalskiego?
Po pierwsze,  musisz mieć coś, co wskaże ci drogę w życiu. Moim zdaniem tym przewodnikiem powinna być pasja. Jeśli nie znalazłeś jeszcze swojej pasji –  szukaj dalej! Kiedy już ją znajdziesz, staraj się uczyć od najlepszych i myśl o efektach. Zastanów się, jak dzięki swojej pasji możesz zmienić świat na lepsze. Stwórz swój plan i działaj!

Bardzo dziękujemy na wywiad! Mamy nadzieję, że się spodoba naszym czytelnikom i będą śledzić Twoje działania w mediach społecznościowych.
To ja dziękuję!

Dagmara Orkiszewska i Marta Chodkowska
III rok Iberystyka


segunda-feira, 26 de março de 2018

Lublin ou Lisboa – por que escolher?



Há muito tempo que pensava em criar esta publicação. Perguntava-me se fazia sentido comparar Lisboa bela, pitoresca e cheia de energia com Lublin. – Ora, até o provérbio diz que a galinha do vizinho é sempre mais gorda. De que forma Lublin pode ser melhor do que Lisboa? – pensava.
A capital de Portugal tem tudo: sol, praias e vinho excelente. Pelo contrário, Lublin tem chuva, piscinas (usualmente fechadas) e... bem, a nossa cerveja local não é tão ruim assim.
Decidi (pelo menos por um momento) livrar-me do meu hipercriticismo e admitir que ambas as cidades são encantadoras... e semelhantes às vezes. Lublin e Lisboa compartilham até o mesmo santo, isto é, Santo António de Lisboa (também conhecido como Santo António de Pádua). No dia 13 de junho é comemorado e ricamente celebrado em Lisboa. Em Lublin, podemos ''encontrá-lo'' à saída da Cidade Velha – ele observa-nos da Brama Krakowska.
 Se me perguntam quais são as outras semelhanças entre as duas cidades, respondo, ''há mais do que podem pensar!''. Então, por que escolher? Nós últimos meses, passeava por Lublin e não me separava de câmara – imortalizei tudo que me lembrou a capital de Portugal. Deixo-vos os efeitos e a nota final... A ver!




O Natal na Plac Litewski e na Praça do Comércio




As decorações de Natal embelezam ambas as cidades. (Da esquerda: Lublin, Lisboa)


Graças à arte de rua, até o beco mais aborrecido pode ficar colorido e interessante. (Da esquerda: Lublin, Lisboa)



As cores vibrantes dos edifícios atraem e incentivam os visitantes a explorar. (da esquerda: Lublin, Lisboa) 



Olhem para cima e verão fachadas lindas e ricamente decoradas que são uma marca de ambas as cidades. (Da esquerda: Lublin, Lisboa.)



Estas ruas estreitas e sinuosas esperam que vocês se percam! Até a calçada parece familiar... (Da esquerda: Lublin, Lisboa.) 



Ai, os miradouros! Embora a visão do Bystrzyca não seja tão espetacular como a do Tejo, Lublin parece bastante agradável, não é? (Da esquerda: Lublin, Lisboa) 



O graffiti em toda parte. (Da esquerda: Lublin, Lisboa)


Todas as fotografias de Lublin são da minha autoria. As de Lisboa foram “roubadas” aqui: www.lisbonmeplease.wordpress.com.

Aleksandra “Xana” Krzyżanek

sábado, 30 de dezembro de 2017

A magia do Natal


O Natal é o evento mais esperado do ano, mas quando uma pessoa se torna adulto, vê cada vez mais lados escuros e negativos. Ou é simplesmente o mundo e o comportamento de toda a gente que estão mudando constantemente.
Vamos começar pelo início. Quando acaba o Dia de Todos os Santos, desaparecem das lojas as lamparinas e são inundadas por uma onda de inúmeros brinquedos, decorações, bolas para árvores de Natal, luzes, renas e bonecos de neve. As pessoas compram tudo cada ano, como todas essas minúcias fossem descartáveis. Nas lojas há eternas filas até janeiro. Existe também a magia da canção "Last Christmas" dos Wham!. É como o nosso disco-polo polaco. Ninguém gosta, ninguém ouve, mas quando está na rádio a toda a hora, todos conhecem e todos cantam.
As casas estão muito limpas, como se as pessoas o fizessem uma vez por ano. Excluindo todos os desejos das crianças para os brinquedos que são prioridade no Natal e nas igrejas filas de pessoas que se confessam uma vez por ano porque "todos fazem e então eles também necessitam" passamos ao dia de Consoada.
Durante todo o dia, a mãe e a avó estão irritadas e zangadas por não terem tempo suficiente para cozinhar e preparar tudo. Também porque alguém comeu alguma coisa ou que ninguém ajuda. Há uma atmosfera nervosa. Mais tarde, quando vês que chegam as tias que não gostas, sentes vontade de fugir, mas tens de fingir ser simpático e amável porque é Natal e não é adequado discutir. Então sentas-te com um sorriso falso e evitas o contato visual. Enquanto todos comem uma grande quantidade de comida, surge uma série de perguntas incómodas e desagradáveis: o que é que se passa com o teu namorado? Quando é o teu casamento? Já é hora, para quê esperar?! Quando vais começar a trabalhar? Termina já esses estudos etc. Desta maneira passas toda a noite. Chega a meia-noite, tu e a tua família vão à missa. A cidade está cheia de gente jovem que planeia beber bebidas alcoólicas nos arbustos em vez de ir à igreja. Voltas para casa depois da uma da manhã, estás irritada e cansada. E amanhã será um dia igual a este. Boa sorte!
Em conclusão, vale a pena pensar qual é a essência do Natal hoje em dia. No primeiro lugar os presentes, depois a comida, as compras e as fofocas. Tudo isto não deve ser o mais importante. E onde está essa magia?   

Magdalena Ilczuk
1º ano de mestrado em Espanhol

sábado, 15 de julho de 2017

3º Concurso Literário do CLP/Camões em Lublin : “A máquina do tempo”






REGULAMENTO
Introdução
 A ideia de criar este concurso literário surgiu como forma de incentivar a criatividade literária entre os falantes não nativos de português, bem como o gosto pela escrita em português.
Artigo 1.º
 O Concurso Literário é aberto a falantes não nativos, excluindo assim cidadãos de nacionalidade portuguesa, e ainda cidadãos naturais de países de língua oficial portuguesa. O concurso é, entenda-se, aberto não só a residentes na Polónia. Aos membros do júri é vedada a participação bem como aos seus familiares diretos. 
Artigo 2.º
O Concurso Literário destina-se a premiar trabalhos inéditos na modalidade de conto. 
Artigo 3.º
Cada concorrente poderá apresentar apenas um trabalho.
Artigo 4.º
Os trabalhos a apresentar serão subordinados às seguintes normas:
a) O texto obrigatoriamente redigido em língua portuguesa, original e inédito, deverá ter um mínimo de duas páginas e um máximo de seis páginas, com espaçamento duplo entre as linhas e tipo de letra Times New Roman, tamanho 12, formato pdf, devendo ser entregue por email: clp.lublin.polonia@gmail.com
b) Juntamente com o texto, deverão ser enviados os dados de identificação (nome, nacionalidade) e de residência do concorrente, o título do trabalho apresentado e se desejar, o pseudónimo escolhido;
c) A data limite para o envio dos trabalhos é 15 de novembro de 2017.
d) O tema do concurso é: a máquina do tempo. O autor terá que entrar nesta máquina, escolher uma data, viajar no tempo (para o futuro ou para o passado) e partilhar o que viu. 

Artigo 5.º
Ao trabalho que, pela sua qualidade literária, mais se distinga será atribuído um prémio e publicado no próximo número da revista Água Vai.
a) O domínio da língua portuguesa é também tido em conta pelo júri 
Artigo 6.º


Caberão ao CLP/C todos os direitos sobre a primeira edição dos trabalhos premiados, comprometendo-se este a oferecer aos respetivos autores 10 exemplares da revista Água Vai, considerando-se os direitos de autor regularizados desta forma.
Artigo 7.º
Poderão, ainda, ser editados, mediante condições a acordar, caso haja interesse por parte do  CLP/C e dos respetivos autores, os trabalhos agraciados com menções honrosas.
Artigo 8.º
O júri será divulgado em breve.
Artigo 9.º
A decisão do júri será tomada no prazo de 20 dias úteis, contados a partir da data fixada para a entrega dos trabalhos.
Artigo 10.º
O júri poderá não atribuir qualquer prémio, caso considere que os trabalhos apresentados não reúnem condições de qualidade que o justifiquem.
Artigo 11.º
O júri, para além dos prémios atribuídos aos trabalhos que considerar de maior qualidade, poderá atribuir menções honrosas que, no entanto, não vincularão o CLP à respetiva publicação. O júri poderá, ainda, se entender que o respetivo valor literário o justifica atribuir prémios ex aequo.
Artigo 12.º
Os casos omissos ou as divergências na interpretação do presente regulamento serão solucionados pelo júri.
Artigo 13.º
Das decisões do júri não haverá recurso.
Artigo 14º
Disposições finais:

a) Os dados pessoais facultados serão utilizados exclusivamente pelo CLP/C para os fins do concurso, entrega de prémios e divulgação de informações relativas a futuros eventos semelhantes.

b) A apresentação dos trabalhos pressupõe a plena aceitação do presente regulamento.